Conte comigo

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- na área Trabalhista ................Ligue (11) 99433-5315

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

ECON (1º sem)

14 de fevereiro de 2007
Noções básicas

Ciência econômica x Capitalismo

Século XVI: expansão comercial  Veneza e Gênova  compra barato e vende caro para o interior da Europa.

Capital comercial  LUCRO

Feudalismo (Senhor Feudal)  o Rei não possuía muita autoridade.
Os comerciantes estavam insatisfeitos pelo fato de não lucrarem com a distribuição de suas mercadorias pelos feudos pois necessitavam pagar impostos para os senhores feudais.
Então a burguesia (comerciantes) e a lei se unem para ambos possuírem mais poder, o primeiro econômico e o segundo social (Revolução da Burguesia).
Segundo os filósofos do século XVIII, os seres humanos possuiam necessidades ilimitadas.


REI e ESTADO NACIONAL (NOVO)

Impostos X Gastos

ECONOMIA
“Ciência social que estuda como as pessoas e a sociedade decidem empregar recursos escassos que poderiam ter utilizações alternativas na produção de bens e serviços de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e os grupos da sociedade para satisfazer as necessidades humanas.”

SISTEMA ECONÔMICO
“Forma pela qual a sociedade está organizada em termos políticos, econômicos e sociais para desenvolver atividades de produção, troca e consumo de bens e serviços.”

ECONOMIA
“Ciência social que estuda o comportamento humano em relação ao dinheiro e seus investimentos.”

MODELO EXPLICATIVO - “Versão simplificada da realidade”
Economia positiva: O que é? Diagnóstico;
Economia normativa: Como deve ser? Soluções.
26 de fevereiro de 2007
I) NOÇÕES GERAIS

Início do Capitalismo

No início, anos 1350 à 1500, existiam os Feudos e na Itália existiam dois portos: Veneza e Gênova.
O reino era composto de muitos feudos e para transitar mercadorias pelos feudos até ou dos portos precisava-se pagar pedágio aos Senhores Feudais.
A classe burguesa (da cidade) propôs pagar impostos ao rei para facilitar a passagem pelos feudos.
Com esses impostos o rei mantinha seus exércitos e custeava as obras de seu reino.
Daí nasceu a primeira Economia.
( OIKOS [casa] + NOMOS [norma] ) = ( Administração da casa )
Durante os séculos XVII e XVIII os filósofos, estudando os Burgueses, perceberam que o Homem busca o prazer e abomina a dor; têm necessidades ilimitadas mas dispõe de recursos limitados levando à escassez.
Surge a necessidade da economia para decidir sobre a prioridade da utilização dos recursos escassos.
Pode-se então definir Economia como:

“Ciência social que estuda como as pessoas e a sociedade decidem empregar recursos escassos que poderiam ter utilizações alternativas na produção de bens e serviços de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e os grupos da sociedade para satisfazer as necessidades humanas.”


ECONOMIA

II) CONCEITOS BÁSICOS

O Homem é maximizador do seu dinheiro; onde a oferta é maior o preço é menos.

Existem duas maneiras de abordar os assuntos econômicos:
• Economia positiva: - trata da posição, do como é? E do que é?
• Economia normativa: - trata da norma, do como deve ser?

1. BENS ( Objetos da Economia) – classificação
1.1. Livres: obtidos com pouco ou nenhum esforço humano e não tem preço, portanto não interessa para a Economia. Ex.: ar, sol, praia,...
1.2. Econômicos: são relativamente escassos e exigem trabalho humano para a sua obtenção. Quanto a sua natureza:
1.2.1. Imateriais: são intangíveis como conhecimento, serviços,...
1.2.2. Materiais: são tangíveis como produtos; quanto ao seu destino se subdividem em:
1.2.2.1. Bens de consumo
1.2.2.1.1. Duráveis: automóveis, imóveis, geladeira,...)
1.2.2.1.2. Não duráveis : do dia-a-dia , roupas, alimentação,...)
1.2.2.2. Bens de capital
1.2.2.2.1. Intermediários: máquina que produz outra máquina.
1.2.2.2.2. Finais: máquina antes de entrar na produção.
1.3. Bens Públicos são os que pertencem ao Estado (município, estado ou união)
1.4. Bens privados são os que pertencem a cada indivíduo.

2. RECURSOS PRODUTIVOS

RECURSO CLASSE SOCIAL REMUNERAÇÃO EXEMPLO
Terra Proprietário da Terra Aluguel Recursos naturais
Minérios
Matérias primas
Trabalho Trabalhador Salário Produz Alimento
Capital Capitalista Lucro Máquinas e equipamentos



7 de março de 2007
MERCADO



Local ou contexto onde os que compram se encontram com os que vendem e realizam transações.



Fluxo da atividade econômica: BENS DE CONSUMO x FATOR DE PRODUÇÃO








QUESTÕES ECONÔMICAS FUNDAMENTAIS:

1. O quê e quanto produzir? Automóvel ou roupa
2. Como produzir? Tecnologia: homem ou máquina
3. Para quem produzir? Distribuição da produção




Admitindo:
1. Quantidade de recursos fixa
2. Pleno emprego dos recursos
3. Que a tecnologia não muda

Determinamos no desenho acima:
1. curva de possibilidade de produção
2. eficiência produtiva
3. custo de oportunidade
a. que expressa o custo de um produto em relação ao valor sacrificado das demais alternativas.



14 de março de 2007

SISTEMAS ECONÔMICOS / ORGANIZAÇÕES ECONÔMICAS

É a maneira pela qual a Sociedade se organiza economicamente, legalmente e politicamente para organizar a atividade de produção, distribuição e consumo.

1º. MODÊLO – CAPITALISTA

Economia de Mercado (características)

1. Propriedade privada
2. Livre iniciativa
3. Objetiva lucro
4. Predomina a concorrência
5. Indivíduos e Empresas agem isoladamente
6. Consumidores e Empresas interagem através do Mercado.


2º. MODÊLO – SOCIALISTA

Economia Planificada Centralmente (características)

1. Propriedade do Estado (meios de produção)
2. O Governo decide o quê, quanto, como e para quem produzir
3. O Estado decide a remuneração das diferentes profissões

3º. MODÊLO – [CAPITALISTA + SOCIALISTA]

Economia Mista (características)

1. Meios de produção: repartidos entre o estado e o Setor Privado
2. O quê produzir?
a. Estado pode influir indiretamente;
b. Estado pode produzir em áreas de bem estar coletivo;
c. Estado é comprador de 20% da produção;
3. Como produzir?
a. Âmbito público segundo planejamento governamental;
b. Âmbito privado segundo a concorrência;
4. Para quem produzir?
a. A questão distributiva é resolvida pelo sistema de preços;
b. Estado oferece serviços para classe de renda mais baixa;





4 de abril de 2007
MICROECONOMIA

Estuda o comportamento das unidades econômicas que são as firmas ou famílias. Estuda as decisões econômicas no nível dos indivíduos (consumidores – comprar ou empresas – vender); Demanda ou Procura X Oferta.

I. DEMANDA = VONTADE DE COMPRAR
II. OFERTA = VENDA
III. DEMANDA x VENDA

DEMANDA
A Demanda (ou procura) de um indivíduo por um determinado bem refere-se a quantidade desse bem que ele deseja e está capacitado a comprar por unidade de tempo.

Elementos que interferem, influenciam a demanda do consumidor:
1. PREÇO: ( Se preço sobe demanda desce e vice-versa)
2. RENDA DO CONSUMIDOR
a. Bens normais: se a renda sobe, sobe o consumo de bens normais e vv;
b. Bens inferiores: se a renda sobe, cai o consumo de bens inferiores e vv;
c. Bens saciados: mantém o consumo de bens saciados independente da renda;
3. GOSTOS E PREFERENCIA DO CONSUMIDOR: (depende das regiões, do sexo, das religiões)
4. DEMANDA E PREÇOS DE BENS RELACIONADOS
a. Bens complementares: ( cinema e pipoca; pão e manteiga)
b. Bens substitutos: (tipo de carne)
5. EXPECTATIVAS DO CONSUMIDOR EM RELAÇÃO A PREÇOS, DISPONIBILIDADE E RENDA
a. QUEM COMPRA:
i. Antes – pensa em disponibilidade
ii. Depois – pensa no preço
iii. Quando tem $ - pensa na renda

GRÁFICO DA DEMANDA: Produto refrigerante
Preço($/garrafa) Quantidade(garrafas/mês) pontos
7 0 A
6 5 B
5 10 C
4 15 D
3 20 E
2 25 F
1 30 G






OFERTA
A Oferta individual de um determinado bem (ou serviço) refere-se a quantidade desse bem que um único produtor deseja vender np mercado por unidade de tempo.

Elementos que interferem, influenciam a oferta:
1. PREÇO DO BEM: ( relação direta entre o preço e a quantidade) Se o preço sobe a quantidade desejada para a venda sobe.
2. PREÇO DOS FATORES DE PRODUÇÃO (TERRA, TRABALHO E CAPITAL)
a. Se o custo dos fatores de produção sobe a quantidade desce porque o lucro diminui e a vontade de vender também diminui.
3. TECNOLOGIA
a. Se aumente a PRODUTIVIDADE aumenta a vontade de vender
4. PREÇO DOS OUTROS BENS
a. Bens substitutos na produção (ex.: trocar soja por milho)
b. Bens complementares na produção (ex.; CSN derrete ferro para fazer ac e o calor gera energia elétrica)
5. EXPECTATIVAS
6. FATORES CLIMÁTICOS (principalmente na agricultura)





GRÁFICO DA OFERTA: Produto CAMISAS
Preço($/camisa) Quantidade(camisas/mês) pontos
140 400 F
120 400 E
100 400 D
80 300 C
60 200 B
40 100 A







11 de abril de 2007

MICROECONOMIA

(Indivíduo X Empresa)

• DEMANDA – desejo de comprar
• OFERTA - vontade de vender
• EQUILÍBRIO DE MERCADO
• IMPERFEIÇÕES DE MERCADO
• ESTRUTURA DE MERCADO
EQUILÍBRIO DE MERCADO

Estudo de Modelo: Mercado de Camisas

Preço($/camisa) Quantidade(camisas/mês) Excesso Tendência dos preços
Demandada Ofertada
100,00 1000 11000 OFERTA

70,00 4000 8000 OFERTA

50,00 6000 6000 EQUILÍBRIO ESTÁVEL
40,00 7000 5000 DEMANDA

20,00 9000 3000 DEMANDA



Controle de preços:

• Vantagem para o Consumidor – estabelecer preço máximo por TETO ou por CONGELAMENTO;
Conseqüências: ÁGIO e MERCADO PARALELO que leva a ESCASSEZ.

• Vantagem para o Produtor – estabelecer preço mínimo por SUBSÍDIO ou por EMPRÉSTIMO A JUROS BAIXOS ou ainda POLÍTICA DE COMPRAS (o Governo compra o estoque que o produtor não conseguir vender);
Conseqüências: Desvio do recurso subsidiado para outros investimentos.

IMPERFEIÇÕES DE MERCADO

1. EXTERNALIDADE OU ECONOMIA EXTERNA
a. Negativa – poluição gerada em torno de uma fábrica;
b. Positiva – geração e crescimento de empregos
2. FALHA DE INFORMAÇÃO
a. Informação em bula de remédio
b. Qualquer informação a respeito do produto a ser comprado
3. PODER DE MONOPÓLIO
a. Aumento de preço unilateral
b. Diminuição da quantidade ofertada
c. Diminuição da variedade do produto



18 de abril de 2007

IMPERFEIÇÕES DE MERCADO

1. EXTERNALIDADE OU ECONOMIA EXTERNA
a. Negativa (deseconomia) – poluição gerada em torno de uma fábrica;
b. Positiva – geração e crescimento de empregos
2. FALHA DE INFORMAÇÃO: o pressuposto de quem vai ao MERCADO é o da racionalidade; quanto mais informação houver melhor para o funcionamento do MERCADO.
a. Informação em bula de remédio
b. Qualquer informação a respeito do produto a ser comprado
3. PODER DE MONOPÓLIO: um único produtor ou um grupo deles decidem unilateralmente;
a. Aumentar de preços;
b. Diminuir a quantidade ofertada;
c. Diminuir a variedade de produtos;
d. Diminuir a quantidade de produtos.


ESTRUTURAS DE MERCADO

MERCADO DE BENS E SERVIÇOS FINAIS
Características:
• Quantidade de vendedores;
• Homogeneidade do produto;
• Barreiras à entrada de empresas concorrentes.

1. PRIMEIRO TIPO – CONCORRÊNCIA PERFEITA:
a. Quantidade de vendedores  GRANDE
b. Homogeneidade do produto  PRODUTO HOMOGÊNEO
c. Barreiras à entrada de empresas concorrentes  NÃO EXISTE
2. SEGUNDO TIPO – MONOPÓLIO:
a. Quantidade de vendedores  UM ÚNICO VENDEDOR
b. Homogeneidade do produto  NÃO SE APLICA
c. Barreiras à entrada de empresas concorrentes  EXISTE BARREIRA
i. Possui grande volume de capital investido
ii. Patente – quem usa paga “royalties”
iii. Monopólio natural:
a. Tratamento de água;
b. Distribuiçaão de gás;
c. Distribuição de enrgia elétrica .
3. TERCEIRO TIPO – OLIGOPÓLIO (CARTEL) [oligo = pouco]
a. Quantidade de vendedores  POUCOS VENDEDORES
b. Homogeneidade do produto PODE SER HOMOGÊNEO OU DIFERENCIADO
c. Barreiras à entrada de empresas concorrentes  EXISTE BARREIRA
4. QUARTO TIPO – CONCORRÊNCIA MONOPOLISTA
a. Quantidade de vendedores  MUITOS VENDEDORES
b. Homogeneidade do produto  DIFERENCIADOS MAS SUBSTITUTOS
c. Barreiras à entrada de empresas concorrentes  EXISTE MENOR BARREIRA

MERCADO DE FATORES DE PRODUÇÃO

1. PRIMEIRO TIPO – CONCORRÊNCIA PERFEITA:
• Grande número de vendedores e compradores

2. SEGUNDO TIPO – MONOPSÔNIO:
• Um único comprador para aquele insumo
o Ex.: produção de leite na bacia leiteira – o grande laticínio é o monopsonista que compra o leite dos pequenos produtores.

3. TERCEIRO TIPO – OLIGOPSÔNIO:
• Poucos compradores de um determinado fator produtivo

4. QUARTO TIPO – MONOPOLIO BILATERAL
• Um único comprador versus um único vendedor
o Ex.: CONGÁS X PETROBRÁS




25 de abril de 2007
MACROECONOMIA

Estuda a economia como um todo, analisando a determinação e o comportamento dos grandes agregados; renda e produto nacional, nível geral de preços e desemprego, taxa de juros e câmbio, balanço de pagamentos.

CURTO PRAZO

 POLÍTICA MACROECONOMICA (GOVERNO)
Objetivos da política macroeconômica
1. Alto nível de emprego política de estabilidade (Banco Central)
2. Estabilidade de preços
3. Distribuição de renda social e justa
4. Crescimento econômico

 ANÁLISE MACROECONOMICA

I. Parte Real
a. Mercado de Bens e Serviços
b. Mercado de Trabalho (T)
II. Parte Monetária
a. Mercado Monetário (empréstimo bancário, juros)
b. Mercado de Títulos (públicos, emitidos pelo governo)
c. Mercado de Divisas (câmbio)

 INSTRUMENTOS DE POLÍTICA ECONÔMICA

Políticas:
1. Fiscal
2. Monetária
3. Cambial / Comercial
4. De rendas

Obs.: PIB  2,1 Trilhões ( crescimento de 4%)

2 de maio de 2007
MACROECONOMIA

Aplica-se a estudos em curto prazo; não maior que três anos; para previsão maior que três anos usar como instrumento a “Teoria do Desenvolvimento Econômico”.

 INSTRUMENTOS DE POLÍTICA ECONÔMICA

A. Política Fiscal:
a. Arrecadar tributos
b. Controle das despesas do Governo
B. Política Monetária
a. Atua sobre moeda e títulos públicos;
C. Política cambial e comercial
a. Cambial
i. Taxa de câmbio – preço da moeda nacional em relação à estrangeira (dólar);
ii. Estímulos e desestímulos às exportações e importações (banda cambial  faixa pré-fixada de câmbio de um mínimo ate um maximo);
b. Comercial
i. O governo pode estimular a exportação retirando ou diminuindo os impostos sobre as mesmas ( o ideal para o país é exportar mais do que importar);
D. Política de Rendas
a. Instrumento de intervenção direta do governo nos preços;
b. Controle do preço do salário:
i. Congelar o salário
ii. Estabelecer política salarial (aumento anual pela inflação);
iii. Determinar um salário mínimo.
c. Controle do preço do aluguel
i. Determinar reajuste anual, o que favorece o locatário.


 CONTAS NACIONAIS

I. Contabilidade Social
a. Matriz de relações intersetoriais
b. Contas Nacionais


PRODUTO NACIONAL (2,2 TRI)
É o valor de todos os bens e serviços produzidos:  PN = agricultura + indústria + serviços

DESPESA NACIONAL
É a despesa do consumo das famílias + investimentos produtivos + gastos do governo + (exportação – importação);  DN = C + I + G + (x-u);

RENDA NACIONAL  RN = salário + lucro + aluguéis;

9 de maio de 2007
Semana jurídica


16 de maio de 2007
MACROECONOMIA

Objetivos da política macroeconômica
Macroeconomia: Parte real
Parte monetária
Instrumentos de política macroeconômica
Políticas: Fiscal
Monetária
Contábil e comercial
De rendas



CONTAS NACIONAIS

PRODUTO NACIONAL = INDÚSTRIA + AGROPECUARIA + SERVIÇOS + OUTROS
27% 4,4% 56% 12,6%

DESPESA NACIONAL = CONSUMO DAS FAMILIAS + INVSTIMENTO PRODUTIVO DAS EMPRESAS + CONSUMO DO GOVERNO + (X –M)
60% 17% 20% 3%

RENDA NACIONAL = RENDA DO TRABALHO + LUCROS + IMPOSTOS
40% 43% 17%



IDENTIDADE: PN = DN = RN
Ex.: Brasil  R$ 2,3 TRI
EUA  R$ 25,0 TRI
JAP  R$ 9,2 TRI

POUPANÇA AGREGADA = RENDA NACIONAL - CONSUMO

A Poupança agregada é importante para determinar o investimento agregado.

INVESTIMENTO AGREGADO

Investimento Total = Investimento de Bens de Capital (K) + Variação de estoques
(máquinas, equipº,prédios) (produto ainda não vendido)

Investimento Líquido = Investimento bruto – depreciação

Analogamente 
PNL = PNB – Depreciação



23 de maio de 2007
RENDA DO GOVERNO

Receitas Fiscais (arrecadação)
1) Impostos diretos: incide sobre transações econômicas de bens e serviços. Ex.: ICMS (varejo); IPI (industria)
2) Impostos indiretos: incide sobre pessoas físicas e jurídicas. Ex.: IRPF, IRPJ, CPMF.
3) Contribuição a Previdência Social: fundo para custear aposentadorias, afastamentos e outros benefícios.
4) Outras Receitas: taxas, multas, taxa do lixo.

GASTOS DO GOVERNO

Despesas
1) Gastos com Ministérios, Secretarias (administração direta) e autarquias (administração indireta):
a. Custeio  salários, gasolina, luz, etc.
b. De capital  estradas, escolas, etc.
2) Transferências  bolsa família, prouni, etc.
3) Subsídios  empresas, agricultura, etc.


Superávit ou déficit público  arrecadação – gastos = superávit (+) ou déficit (-)

Conceitos:
1) Superávit ou déficit fiscal ou primário  exclui os juros pagos pelo governo por causa da sua dívida pública;
2) Superávit ou déficit nominal  inclui os juros nominais pagos pelo governo por causa da sua dívida pública;
3) Superávit ou déficit operacional  considera apenas os juros reais da divida publica, exclui a taxa de inflação.


30 de maio de 2007
RENDA PESSOAL DISPONIVEL

1) Renda Pessoal Disponível = Renda nacional
- lucros retidos
- contribuições previdenciarias
+ transferencias do governo para as familias.

2) Carga tributaria liquida = carga tributaria bruta - transferencias do governo para o setor privado.

3) Setor externo: exportação e importação;

4) Produto interno bruto (PIB) = soma de todos os bens e serviços produzidos no pais em um determinado periodo;

5) Produto Nacional Bruto = PIB +/- Renda líquida recebida do exterior

6) Consumo agregado  consumo global de um país influenciado pela Renda Nacional.

7) Poupança agregada  FGTS (8%) poupança forçada ( desde 1967);

8) .Investimento agregado  soma de todos os investimentos produtivos de um país em um determinado período;

INVESTIMENTO  Acréscimo ao estoque de capital que leva ao crescimento da capacidade produtiva:
1) No curto prazo – o investimento afeta apenas a demanda agregada;
2) No longo prazo – o investimento afeta também a oferta agregada;
DN = C + I + G + ( X – u)
(Crescimento de 6%: PIB de um ano em relação ao ano anterior)

POLITICA FISCAL, INFLAÇÃO E DESEMPREGO

1) Economia com desemprego de recursos produtivos;
a. Hiato deflacionário – insuficiência de demanda agregada em relação a produção de pleno emprego;
b. Política fiscal – medidas
i. Aumento dos gastos públicos
ii. Redução de impostos
iii. Estimulo à exportação (com menos imposto)
iv. Desestimulo à importação ( com aumento dos impostos de importação)
2) Economia com inflação;
a. Hiato inflacionário – demanda agregada supera a capacidade produtiva;
b. Política fiscal – medidas
i. Redução dos gastos públicos
ii. Aumento de impostos
iii. Estimulo à importação ( com redução dos impostos de importação)
3) Inflação de custos:
• Economia está abaixo do pleno emprego
• Inflação se deve ao aumento nos custos de produção.

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