(ENCONTRO 1)14 de fevereiro de 2007
SOCIEDADE <> HOMOGENEIDADE
A homogeneização oculta diferenças, oculta desigualdades. Primeiro temos que ver onde está quem faz a homogeneização.
A verdade não existe, pois toda verdade só é verdadeira até ser refutada.
O Paradigma é o contexto que permite a criação de um sistema de conhecimento e que é produto de um contrato firmado pela comunidade científica (conservadores).
A Comunidade Científica defende o Paradigma dominante. Sempre que surge um novo paradigma ele entra em conflito com o velho.
CONSERVADOR <> REVOLUÇÃO, REFORMA.
A revolução institui um novo sistema e destrói o anterior; reforma o sistema embora alguns fatores novos sejam incluídos e velhos excluídos.
A revolução na área política é a democracia representativa.
(ENCONTRO 2)28 de fevereiro de 2007
ATOR SOCIAL (nós) <> SOCIÓLOGO(estudiosos)
O Ator Social pensa na sua ação enquanto o Sociólogo (Cientista Social) estuda o pensamento do Ator Social.
O Ator Social tem uma opinião, uma posição, uma fala, um discurso sobre as questões sociais.
O Cientista Social tem por objetivo o estudo dos diferentes discursos a respeito das questões sociais.
Portanto o homem da vida cotidiana (Ator Social) é objeto de estudo do Cientista Social (sociólogo, psicólogo,...).
Exemplo: PENSAMENTO
TEÓRICO SOCIAL | NÍVEIS ELEVADOS, ABSTRATOS. |
CRÍTICO DO JORNALISTA | CRITICA A NOTÍCIA |
JORNALISTA | NOTICIA O AS |
ATOR SOCIAL | NÍVEL FÍSICO, CONCRETO |
O nível do Ator Social é o mais concreto possível, é o que lida diretamente com o real, enquanto que a cada fala sobre a própria fala do Ator Social estamos elevando o nível, estamos nos tornando cada vez mais distantes do real, cada vez mais abstratos.
(ENCONTRO 3)7 de março de 2007
A dimensão do conhecimento trata da dimensão da verdade
Economia lida com a produção, distribuição, troca e consumo de riqueza;
Política lida com distribuição do poder.
MUDANÇAS LIGADAS AO CONHECIMENTO
Velocidade: a velocidade está tão aumentada que falamos da aceleração transformando a percepção do tempo. O tempo deixou de ser do jeito que conhecíamos.
Tempo: os tempos se confundem.
(ENCONTRO 4)14 de março de 2007
DESTERRITORIALIZAÇÃO
Espaço: a percepção do espaço está mudando. [DESTERRITORIALIZAÇÃO é o embaralhamento de fronteiras].
DESMATERIALIZAÇÃO
CAPITAL INDUSTRIAL <> CAPITAL FINANCEIRO
O Capital Industrial é o que provê as máquinas, a fábrica e a matéria prima; é um capital produtivo cuja produção é material.
O Capital Financeiro não é capital produtivo; é fruto de aplicações financeiras em bolsas de valores; é um capital desmaterializado.
Com as novas tecnologias as bolsas funcionam 24 horas por dia e o acesso a elas é tão facilitado que no clic de um mouse são aplicados diariamente cerca de 3 bilhões de dólares.
Cada vez menos ser proprietário da coisa e cada vez mais ter acesso ao serviço. [Jeremy Rifkin].
A tendência do custo material é zero, O que custa caro é o custo imaterial advindo do conhecimento, da inteligência, da informação e da pesquisa.
O grande símbolo da Desmaterialização é a MARCA que é um valor imaterial agregado á matéria.
Nos anos 50 nasceu a idéia de carro do ano; já estávamos agregando valor a MARCA.
21 de março de 2007
Quanto mais se fala da MARCA, mais se agrega valor e ela vai cada vez mais se destacando do material, do produto.
A história da MARCA é a transformação da produção em produção da ilusão. As pessoas sabem que é ilusão e fazem de conta que não sabem.
Desmaterialização é a transformação da vida em espetáculo comercializado ou é a mercantilização da vida, a exemplo do turismo estrangeiro nas favelas;
Desmaterialização do corpo
Plásticas que mudam o corpo retirando ou acrescentando partes;
Corpos despedaçados desmaterializados pela guerra;
Incidentes como o do “World Trade Center” onde os corpos desapareceram;
Operações cirúrgicas feitas por computador como se fosse um “Vídeo-game”.
Ao olhar no espelho nós não vemos o nosso corpo e sim a que distância estamos do corpo ideal que está na nossa mente.
“Não existe relação sexual”. (LACAN); existe o ato sexual porque está na cabeça.
DESEJO – é aquilo que nunca pode ser realizado.
A produção do desejo, da ilusão, do vício, do consumismo é a nova forma de produção de riqueza. O Capitalismo produz desejo, ou seja, ele constantemente provoca um novo apetite, prazer, gozo ou felicidade;
Ex.: VÍCIO – promete na próxima dose a felicidade , sempre um passo a frente, nunca agora. Para o consumo o Capitalismo usa a mesma mecânica;
Dissonância cognitiva (psicológico)
O DESEJO faz a colonização da inconsciência, da subjetividade, da interiorização.
(ENCONTRO 6)28 de março de 2007
HIPERTEXTO
Nota de rodapé serve para uma referência que ultrapassa o texto com por exemplo: FHC ou uma referência bibliográfica.
Hipertexto é uma rede de textos.
Pierre Levy: “O hipertexto é a metáfora do novo tempo.”
O hipertexto (permite aprofundar e se afogar) representa uma nova cabeça.
Não tem centro, nem projeto com começo, meio e fim.
Não tem roteiro determinado e portanto produz mais liberdade e mais ansiedade.
A nossa geração está bem no meio. Não perdeu a velha cabeça e já pensamos em forma de rede.
(ENCONTRO 5)4 de abril de 2007
CIÊNCIAS x MODERNIDADE
1. ASTRONOMIA – a ciência mais antiga, do espaço;
2. FISICA E QUIMICA – as ciências mais próximas, do nosso ambiente;
3. BIOLOGIA E ANATOMIA - as ciências interiores ao nosso corpo;
Na MODERNIDADE ( referente à Idade Moderna que veio depois da Idade Média e do Renascimento) o HOMEM que é sujeito do conhecimento (é ele quem vai conhecer) torna-se também objeto do conhecimento ( é ele quem vai ser conhecido). Esta relação é característica da Modernidade.
Hoje estamos na Idade Contemporânea ou Época pós-Moderna.
Existem três dimensões em que as mudanças acontecem:
1. ECONÔMICA
2. POLÍTICA
3. do CONHECIMENTO
Marcos das mudanças:
Marco | Data | Dimensão | Outros |
Revolução Industrial | 1676 | econômica | capital |
Revolução Francesa | 1789 | política | democracia |
Iluminismo | Durante um período e ainda ocorre até hoje | Do conhecimento | Razão (antes era a fé, o conhecimento vinha de Deus |
Todas as mudanças de época sempre implicam em novas tecnologias.
Na idade média a economia é baseada no campo. Com as novas tecnologias muda-se o foco da produção para a indústria e com isso acelera-se o desenvolvimento do capitalismo.
Com o conhecimento advindo da razão e não mais de Deus, nasce a idéia de igualdade.
4. PSICOLOGIA – ciência da alma.
Ciências Sociais:
1. Antropologia (século XIX e XX)
2. Sociologia (século XIX e XX)
3. Economia (século XIX e XX)
4. Ciência Política
5. Direito
No inicio do século XX:
5. PSICANÁLISE
Outras Ciências da Modernidade:
6. Marketing
7. Propaganda
8. Publicidade
9. Comunicações
6. RELAÇÕES INTERNACIONAIS - Por conta da Globalização.
Obs.: Marcos do início da Idade Contemporânea:
1. Primeira Guerra Mundial – 1914 à 1918
2. Segunda Guerra Mundial – 1939 à 1945
3. Entre uma guerra e outra se deu os anos 20 denominados: PERÍODO ENTRE GUERRAS.
11 de abril de 2007
ANTROPOLOGIA
· A primeira das ciências sociais que surgiram na MODERNIDADE, quando a razão predominou sobre a religião.
As três inovações libertárias foram:
1. RAZÃO (conhecimento)
§ A partir do uso da razão os homens se tornaram donos do seu próprio destino;
2. DEMOCRACIA (política)
§ Foi a primeira vez na história que os homens têm sua própria lei, sua própria Constituição. Adquirem autonomia e se libertam da heteronomia.
§ A partir da MODERNIDADE os conflitos não são mais resolvidos pela força e sim pelo diálogo.
3. CAPITALISMO (economia)
§ O trabalho é livre e o homem pode vender sua força de trabalho por um salário e escolher o seu patrão;
§ A produção é livre;
§ E o consumo também.
A MODERNIDADE é o grande momento de liberdade da nossa civilização.
HISTÓRIA DA ANTROPOLOGIA
O século XVI foi marcado pelas grandes navegações.
Os homens descobrem que a razão é de todos; com a FÉ o rico e o pobre existiam pela vontade de Deus; com a RAZÃO veio a igualdade dos homens.
Quando os homens chegaram às novas terras e encontraram os nativos, baseados em que todos os homens teriam o domínio da razão, pensaram que eles eram animais.
De outra forma, se todos os homens são iguais porque são racionais, os diferentes não são homens.
Nasce então o racismo.
Esta é a primeira escola Antropológica; é a escola Evolucionista, da teoria da evolução de Charles Darwin.
A antropologia é a ciência do outro.
O racismo é uma diferença biológica (raça) que se transforma em desigualdade antropológica.
O sexismo é uma diferença biológica que se transforma numa desigualdade social.
O funcionalismo é menos racista que o evolucionismo por reconhecer que existe uma cultura, no outro, embora veja este outro como menos desenvolvido.
CULTURA – são as línguas, os hábitos, as crenças, os ritos, as formas de vida, a família, o conhecimento, a música e todas as criações que os homens fazem ao viver coletivamente.
SUB-CULTURA – não é inferior; é uma cultura diferente da dominante.
Atualmente a antropologia estuda todos os tipos de sub-cultura. Para fazer parte de uma sub-cultura é preciso pertencimento. As tribos urbanas são sub-culturas: punk’s, hippie’s, góticos e etc.
Algumas sub-culturas podem se transformar em uma contra-cultura quando apresenta propostas contra a cultura dominante.
Todo estrangeiro quando vai para outra cultura entra em choque cultural; com o tempo ocorre o aculturamento.
Cultura aparente – é todo a cultura que um estrangeiro consegue aprender;
Cultura latente – é algo que um estrangeiro jamais aprende.
18 de abril de 2007
(DÚVIDAS PARA A PROVA)
25 de abril de 2007
Até aqui:
1. Novas tecnologias X Conhecimento
2. Novas tecnologias X Economia
TRABALHO
O trabalhador é a categoria central para analisar a sociedade.
No século XIV o Marxismo de Carl Marx estudava a sociologia do conflito. Neste tempo houve grande desenvolvimento do capitalismo social.
Para Marx a periferia era o “Pátio dos Milagres” (título de livro escrito por Victor Hugo) onde se alojava toda a pobreza.
Produção material do século XIV:
O homem, que faz parte da natureza, quando pega a natureza e a transforma para seu uso, deixa de ser parte desta natureza para ser humano.
Esta atividade é o trabalho.
O trabalho para Marx tinha duas componentes:
1. Física à é físico, material e concreto. Ex.: serrar a árvore.
2. Abstrata à é também abstrato quando atribuímos um significado além da matéria. Ex.: transformar o pedaço de árvore em mesa(VALOR DE USO).
No capitalismo esta mesa ainda se transforma em mercadoria com VALOR DE TROCA.
No capitalismo o trabalhador (força de trabalho) também é uma mercadoria, e o preço do salário é o mínimo necessário para a sobrevivência dele e dos seus, através de pagamento diário.
Por esta relação de troca é que Marx diz que o Capitalismo é um sistema de exploração do trabalho pelo capital.
$ VENDA - $ CUSTO = $ LUCRO
Custoà matéria prima, máquinas, trabalho, etc.
Num preço de custo existe uma parte do custo que é FIXA à aluguel, máquinas, matéria prima, etc.
Custo do Trabalho
Para Marx “MAIS VALIA” era o valor a mais que o trabalhador dava e que o Patrão embolsava.
Quando se fala LUCRO o autor é CAPITALISTA.
Quando se fala “MAIS VALIA” o autor é MARXISTA.
MARXISTA | TRABALHADOR | FORÇA DE TRABALHO (FT) | CONFLITO |
FUNCIONALISTA | CAPITAL | MÃO-DE-OBRA | EQUILÍBRIO |
Funcionalismo
Para o funcionalista tudo que existe na Sociedade é funcional e deve ser mantido, ou seja, os problemas são necessários.
A busca o equilíbrio.
Ex.: Bactéria dentro do corpo humano ( os anticorpos buscam eliminar para equilibrar). Por analogia um crime cibernético na Sociedade atual.
O Funcionalismo é conservador e reformista.
2 de maio de 2007
Reforma e Revolução
“Acabamos com o capitalismo e implantamos o socialismo” (Revolução) ou “adequamos o regime existente” (Reforma).
Os reformistas no passado não mudavam o regime, só a revolução eliminava definitivamente um sistema.
Atualmente os reformistas mudam os sistemas.
Trabalho – 1º modelo de produção industrial (1900 até 1979/1980).
Capitalismo à o móvel no capital é a expansão dos lucros;
· Para a expansão dos lucros necessita expandir o consumo;
· Para expandir o consumo precisa reduzir o preço;
· Para reduzir o preço tem que aumentar a produção.
De outra forma, a expansão dos lucros é feita pelo aumento do consumo, que aumenta pela redução dos preços e que vem do aumento da produção.
Lembrar que existe um capital fixo.
1º) O foco é a mercadoria a preço baixo;
2º) Para isso homogeiniza-se o produto;
3º) e contrata-se trabalhador sem qualificação.
A idéia é a fragmentação das etapas da produção, produção em série, esteira de produção. O trabalhador sofre de neurose profissional. ( filme Tempos Modernos de Charles Chaplin).
Henry Ford à modelo de produção è FORDISMO ou TAYLORISMO;
Michael Foucault (sociólogo francês) disse que:
O Fordismo mais do que uma forma de aumento de produção é um exercício de poder (poder disciplinar). É a QUADRICULARIZAÇÃO do espaço.
O sistema de produção material é a produção de corpos dóceis (domesticação).
A domesticação é feita pela própria máquina; a qualquer falha a produção para.
O controle de qualidade é por amostragem.
Na produção Fordista o foco recai sobre as duas formas-mercadorias: o trabalhador e o produto.
A forma-mercadoria é o produto que perde o seu valor de uso (utilidade) e ganha apenas valor de troca (valor financeiro).
O trabalhador perde a sua humanidade e só tem valor de troca.
A idade Moderna começa no fim do século XVIII – inicio do século XIX e termina no século XX por volta de 1945 à 1950, período da 2ª guerra mundial.
Em 1950 começa a idade pós-moderna ou contemporânea que vai até 1979/1980.
Em 1973 os produtores de petróleo aumentam o preço do produto.
Em 1979 com Margareth Tatcher e em 1981 com Ronald Reagan, o ocidente perde lucro com a sua forma de produção (fordismo) e importa o TOYOTISMO, que existe desde 1945 no Japão, mercado de consumo interno pequeno, sem matéria prima, sem dinheiro e com enorme população sem qualificação.
Nasce o Toyotismo para exportação em troca de matéria prima e capital, através da concorrência pelo consumidor e não pela mercadoria, por meio de atendimento personalizado trabalhando com ilhas de produção.
As características do trabalhador do Toyotismo são:
1. Mais motivação
2. Experiência de vida para a resolução de problemas
3. Equipes pequenas de pessoas que criam vínculos entre elas
4. Controle de qualidade de 100% ; cada peça é testada. A qualidade 100% é agregação de valor.
9 de maio de 2007
SEMANA JURÍDICA
16 de maio de 2007
FORDISMO x TOYOTISMO
O capitalismo industrial é marcado pela produção industrial.
Como esse tipo de produção tem uma longa história, desenvolveu dois grandes modelos: o fordismo ou taylorismo e o toyotismo.
As principais diferenças entre eles é que enquanto o primeiro foca o produto e seu valor de troca o outro foca o consumidor e a concorrência do atendimento.
É por isso que o primeiro produz em grande escala e o outro personaliza o produto.
No Fordismo o trabalhador era sem qualificação, especializado e fragmentado; trabalha dor homogeneizado, produto homogeneizado.
No Toyotismo o trabalhador era qualificado, personalizado e cada um estava apto a substituir o outro. Produto personalizado.
Conceitos:
1. HOLISMO à diz-se quando se leva em consideração o todo e não fragmento;
2. RESILIÊNCIA à qualidade do trabalhador que resolve os problemas surgidos no dia-a-dia da produção com recursos próprios.
Desvantagem para o trabalhador:
Fica obrigado a resolver problemas inesperados, se responsabilizando por toda a equipe;
O tempo de trabalho passa a ser de 24h x 7dias, porque ele vai para casa pensando no trabalho de amanhã.
“ O Fordismo é um queijo suíço enquanto o Toyotismo é um queijo minas”
O conhecimento hoje é um investimento que o trabalhador faz em si mesmo, o que chamamos “EU S.A.”, ou auto-gestão da carreira.
O trabalhador é capitalista de si mesmo; ele é capital humano.
23 de maio de 2007
Algumas dicas:
1. Matéria da prova até a página 58
2. Não confundir produção imaterial ou virtual com compra e venda pela Internet
3. tipos de produção virtual:
a. informação
b. conhecimento
c. pesquisa
d. marca
e. filme
f. arte
4. Usar conceitos de desmaterialização, desterritorialização e liquefação do tempo;
5. hipertexto (metáfora) à rede , globalização (rede de redes), interdisciplinaridade é o hipertexto das disciplinas;
“MAIS VALIA”
É O EXCEDENTE DE PRODUTIVIDADE DO TRABALHADOR QUE NÃO É REMUNERADO.
Preço de venda – Preço de custo = Lucro
Para MARX:
Preço de custo = FT + Matéria prima + máquinas + fábrica
Ex. de Mais Valia: Pares de Sapatos
Considerando que:
Sem máquina FT = 20,00 por 1 dia (8h) à 4 pares de sapatos; Com a implantação de uma máquina:FT = 20,00 por 1 dia (8h) à 8 pares de sapatos.
Hoje em dia pode-se dizer que a produção de mais valia é simplesmente todo trabalho feito que não é pago.
A mercadoria com o produto que entra no mercado tem que ser escasso; como se produz escassez?
1. Através da inovação
2. Através da PATENTE (em cima do conhecimento)
A MARCA nasce para agregar valor ao produto e a cada camada agregada fica mais forte até que se torna o produto.
Financeirização (TIME IS MONEY)
O capital financeiro é:
1. improdutivo e só produz a BOLHA;
2. o dinheiro aplicado no mercado financeiro;
3. o empréstimo financeiro que rende juros;
4. o mercado de ações;
5. a bolsa de valores;
6. commodities.
Antes de 1980 o Capital financeiro ajudava os empresários, com empréstimos bancários, a investir no aumento da produção.
Após 1980 o Capital financeiro se transformou em uma coisa, um produto em si mesmo.
30 de maio de 2007
Falas importantes de dois autores sobre a Industria Cultural:
1. Walter Benjamin (esperança) escreveu antes da segunda guerra;
2. Theodor Adorno (pavor) escreveu após a segunda guerra;
3. Observações:
1. Entre- guerras: período entre a primeira guerra (1914 a 1918) e a segunda guerra (1939 a 1945);
2. Segunda Guerra:
· Matança em nível econômico à matar o maior número de pessoas, no menor tempo e ao menos custo; a industria da morte.
· No momento da razão atingir seu ápice ela produz a irracionalidade, ou seja, o ápice do progresso produz a barbárie.
· O enigma da modernidade é inaugurado na segunda guerra: a produção imaterial ( marca, informação, financeirização, arte, patente, pesquisa, acesso, etc.).
A grande mudança esta na REPRODUTIBILIDADE.
1. radio à permitiu que a música chegasse a todos;
2. fotografiaà permitiu que as figuras também fossem popularizadas ( livros, poemas, quadros, etc.);
Democratização através da Xilogravura, Litogravura à fotografia (dar a mão para o olho).
Massificação das obras
No começo do século XX nasce a idéia de massa por conta da produção industrial para consumo das massas.
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