Conte comigo

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

SOCGER (1º sem)

(ENCONTRO 1)14 de fevereiro de 2007


SOCIEDADE                       <>                   HOMOGENEIDADE

A homogeneização oculta diferenças, oculta desigualdades. Primeiro temos que ver onde está quem faz a homogeneização.

A verdade não existe, pois toda verdade só é verdadeira até ser refutada.

O Paradigma é o contexto que permite a criação de um sistema de conhecimento e que é produto de um contrato firmado pela comunidade científica (conservadores).
A Comunidade Científica defende o Paradigma dominante. Sempre que surge um novo paradigma ele entra em conflito com o velho.


CONSERVADOR               <>                   REVOLUÇÃO, REFORMA.

A revolução institui um novo sistema e destrói o anterior; reforma o sistema embora alguns fatores novos sejam incluídos e velhos excluídos.
A revolução na área política é a democracia representativa.

(ENCONTRO 2)28 de fevereiro de 2007

ATOR SOCIAL (nós)                      <>                   SOCIÓLOGO(estudiosos)

O Ator Social pensa na sua ação enquanto o Sociólogo (Cientista Social) estuda o pensamento do Ator Social.
O Ator Social tem uma opinião, uma posição, uma fala, um discurso sobre as questões sociais.
O Cientista Social tem por objetivo o estudo dos diferentes discursos a respeito das questões sociais.

Portanto o homem da vida cotidiana (Ator Social) é objeto de estudo do Cientista Social (sociólogo, psicólogo,...).



Exemplo: PENSAMENTO


TEÓRICO SOCIAL
NÍVEIS ELEVADOS, ABSTRATOS.
CRÍTICO DO JORNALISTA
CRITICA A NOTÍCIA
JORNALISTA
NOTICIA O AS
ATOR SOCIAL
NÍVEL FÍSICO, CONCRETO





O nível do Ator Social é o mais concreto possível, é o que lida diretamente com o real, enquanto que a cada fala sobre a própria fala do Ator Social estamos elevando o nível, estamos nos tornando cada vez mais distantes do real, cada vez mais abstratos.

(ENCONTRO 3)7 de março de 2007

A dimensão do conhecimento trata da dimensão da verdade

Economia lida com a produção, distribuição, troca e consumo de riqueza;
Política lida com distribuição do poder.


MUDANÇAS LIGADAS AO CONHECIMENTO

Velocidade: a velocidade está tão aumentada que falamos da aceleração transformando a percepção do tempo. O tempo deixou de ser do jeito que conhecíamos.

Tempo: os tempos se confundem.

(ENCONTRO 4)14 de março de 2007

DESTERRITORIALIZAÇÃO


Espaço: a percepção do espaço está mudando. [DESTERRITORIALIZAÇÃO é o embaralhamento de fronteiras].

DESMATERIALIZAÇÃO

CAPITAL INDUSTRIAL                 <>                   CAPITAL FINANCEIRO


O Capital Industrial é o que provê as máquinas, a fábrica e a matéria prima; é um capital produtivo cuja produção é material.

O Capital Financeiro não é capital produtivo; é fruto de aplicações financeiras em bolsas de valores; é um capital desmaterializado.

Com as novas tecnologias as bolsas funcionam 24 horas por dia e o acesso a elas é tão facilitado que no clic de um mouse são aplicados diariamente cerca de 3 bilhões de dólares.

Cada vez menos ser proprietário da coisa e cada vez mais ter acesso ao serviço. [Jeremy Rifkin].

A tendência do custo material é zero, O que custa caro é o custo imaterial advindo do conhecimento, da inteligência, da informação e da pesquisa.

O grande símbolo da Desmaterialização é a MARCA que é um valor imaterial agregado á matéria.

Nos anos 50 nasceu a idéia de carro do ano; já estávamos agregando valor a MARCA.
21 de março de 2007

Quanto mais se fala da MARCA, mais se agrega valor e ela vai cada vez mais se destacando do material, do produto.
A história da MARCA é a transformação da produção em produção da ilusão. As pessoas sabem que é ilusão e fazem de conta que não sabem.
Desmaterialização é a transformação da vida em espetáculo comercializado ou é a mercantilização da vida, a exemplo do turismo estrangeiro nas favelas;

Desmaterialização do corpo

Plásticas que mudam o corpo retirando ou acrescentando partes;
Corpos despedaçados desmaterializados pela guerra;
Incidentes como o do “World Trade Center” onde os corpos desapareceram;
Operações cirúrgicas feitas por computador como se fosse um “Vídeo-game”.
Ao olhar no espelho nós não vemos o nosso corpo e sim a que distância estamos do corpo ideal que está na nossa mente.
“Não existe relação sexual”. (LACAN); existe o ato sexual porque está na cabeça.

DESEJO – é aquilo que nunca pode ser realizado.

A produção do desejo, da ilusão, do vício, do consumismo é a nova forma de produção de riqueza. O Capitalismo produz desejo, ou seja, ele constantemente provoca um novo apetite, prazer, gozo ou felicidade;

Ex.: VÍCIO – promete na próxima dose a felicidade , sempre um passo a frente, nunca agora. Para o consumo o Capitalismo usa a mesma mecânica;

Dissonância cognitiva (psicológico)

O DESEJO faz a colonização da inconsciência, da subjetividade, da interiorização.

(ENCONTRO 6)28 de março de 2007

HIPERTEXTO

Nota de rodapé serve para uma referência que ultrapassa o texto com por exemplo: FHC ou uma referência bibliográfica.

Hipertexto é uma rede de textos.

Pierre Levy: “O hipertexto é a metáfora do novo tempo.”

O hipertexto (permite aprofundar e se afogar) representa uma nova cabeça.
Não tem centro, nem projeto com começo, meio e fim.
Não tem roteiro determinado e portanto produz mais liberdade e mais ansiedade.

A nossa geração está bem no meio. Não perdeu a velha cabeça e já pensamos em forma de rede.

(ENCONTRO 5)4 de abril de 2007

CIÊNCIAS x MODERNIDADE

1.     ASTRONOMIA – a ciência mais antiga, do espaço;

2.     FISICA E QUIMICA – as ciências mais próximas, do nosso ambiente;

3.     BIOLOGIA E ANATOMIA - as ciências interiores ao nosso corpo;

Na MODERNIDADE ( referente à Idade Moderna que veio depois da Idade Média e do Renascimento) o HOMEM que é sujeito do conhecimento (é ele quem vai conhecer) torna-se também objeto do conhecimento ( é ele quem vai ser conhecido). Esta relação é característica da Modernidade.
Hoje estamos na Idade Contemporânea ou Época pós-Moderna.

Existem três dimensões em que as mudanças acontecem:
1.     ECONÔMICA
2.     POLÍTICA
3.     do CONHECIMENTO

Marcos das mudanças:


Marco
Data
Dimensão
Outros
Revolução Industrial
1676
econômica
capital
Revolução Francesa
1789
política
democracia
Iluminismo
Durante um período e ainda ocorre até hoje
Do conhecimento
Razão (antes era a fé, o conhecimento vinha de Deus


Todas as mudanças de época sempre implicam em novas tecnologias.

Na idade média a economia é baseada no campo. Com as novas tecnologias muda-se o foco da produção para a indústria e com isso acelera-se o desenvolvimento do capitalismo.
Com o conhecimento advindo da razão e não mais de Deus, nasce a idéia de igualdade.

4.     PSICOLOGIA – ciência da alma.

Ciências Sociais:
1.     Antropologia  (século XIX e XX)
2.     Sociologia                (século XIX e XX)
3.     Economia                 (século XIX e XX)
4.     Ciência Política
5.     Direito

No inicio do século XX:
5.     PSICANÁLISE
Outras Ciências da Modernidade:
6.     Marketing
7.     Propaganda
8.     Publicidade
9.     Comunicações

6.     RELAÇÕES INTERNACIONAIS - Por conta da Globalização.

Obs.: Marcos do início da Idade Contemporânea:
1.     Primeira Guerra Mundial – 1914 à 1918 
2.     Segunda Guerra Mundial – 1939 à 1945
3.     Entre uma guerra e outra se deu os anos 20 denominados: PERÍODO ENTRE GUERRAS.

11 de abril de 2007

ANTROPOLOGIA


·        A primeira das ciências sociais que surgiram na MODERNIDADE, quando a razão predominou sobre a religião.

As três inovações libertárias foram:
1.     RAZÃO (conhecimento)
§  A partir do uso da razão os homens se tornaram donos do seu próprio destino;
2.     DEMOCRACIA (política)
§  Foi a primeira vez na história que os homens têm sua própria lei, sua própria Constituição. Adquirem autonomia e se libertam da heteronomia.
§  A partir da MODERNIDADE os conflitos não são mais resolvidos pela força e sim pelo diálogo.
3.     CAPITALISMO (economia)
§  O trabalho é livre e o homem pode vender sua força de trabalho por um salário e escolher o seu patrão;
§  A produção é livre;
§  E o consumo também.


A MODERNIDADE é o grande momento de liberdade da nossa civilização.

HISTÓRIA DA ANTROPOLOGIA


O século XVI foi marcado pelas grandes navegações.

Os homens descobrem que a razão é de todos; com a FÉ o rico e o pobre existiam pela vontade de Deus; com a RAZÃO veio a igualdade dos homens.

Quando os homens chegaram às novas terras e encontraram os nativos, baseados em que todos os homens  teriam o domínio da razão, pensaram que eles eram animais.
De outra forma, se todos os homens são iguais porque são racionais, os diferentes não são homens.
Nasce então o racismo.
Esta é a primeira escola Antropológica; é a escola Evolucionista, da teoria da evolução de  Charles Darwin.
A antropologia é a ciência do outro.
O racismo é uma diferença biológica (raça) que se transforma em desigualdade antropológica.
O sexismo é uma diferença biológica que se transforma numa desigualdade social.
O funcionalismo é menos racista que o evolucionismo por reconhecer que existe uma cultura, no outro, embora veja este outro como menos desenvolvido.
CULTURA – são as línguas, os hábitos, as crenças, os ritos, as formas de vida, a família, o conhecimento, a música e todas as criações que os homens fazem ao viver coletivamente.
SUB-CULTURA – não é inferior; é uma cultura diferente da dominante.
Atualmente a antropologia estuda todos os tipos de sub-cultura. Para fazer parte de uma sub-cultura é preciso pertencimento. As tribos urbanas são sub-culturas: punk’s, hippie’s, góticos e etc.
Algumas sub-culturas podem se transformar em uma contra-cultura quando apresenta propostas contra a cultura dominante.
Todo estrangeiro quando vai para outra cultura entra em choque cultural; com o tempo ocorre o aculturamento.
Cultura aparente – é todo a cultura que um estrangeiro consegue aprender;
Cultura latente – é algo que um estrangeiro jamais aprende.
18 de abril de 2007
(DÚVIDAS PARA A PROVA)
25 de abril de 2007
Até aqui:
1.     Novas tecnologias X Conhecimento
2.     Novas tecnologias X Economia

TRABALHO
O trabalhador é a categoria central para analisar a sociedade.
No século XIV o Marxismo de Carl Marx estudava a sociologia do conflito. Neste tempo houve grande desenvolvimento do capitalismo social.
Para Marx a periferia era o “Pátio dos Milagres” (título de livro escrito por Victor Hugo) onde se alojava toda a pobreza.

Produção material do século XIV:
O homem, que faz parte da natureza, quando pega a natureza e a transforma para seu uso, deixa de ser parte desta natureza para ser humano.
Esta atividade é o trabalho.

O trabalho para Marx tinha duas componentes:
1.     Física à é físico, material e concreto. Ex.: serrar a árvore.
2.     Abstrata à é também abstrato quando atribuímos um significado além da matéria. Ex.: transformar o pedaço de árvore em mesa(VALOR DE USO).
No capitalismo esta mesa ainda se transforma em mercadoria com VALOR DE TROCA.
No capitalismo o trabalhador (força de trabalho) também é uma mercadoria, e o preço do salário é o mínimo necessário para a sobrevivência dele e dos seus, através de pagamento diário.
Por esta relação de troca é que Marx diz que o Capitalismo é um sistema de exploração do trabalho pelo capital.

$ VENDA    -    $ CUSTO    =    $ LUCRO

Custoà matéria prima, máquinas, trabalho, etc.

Num preço de custo existe uma parte do custo que é FIXA à aluguel, máquinas, matéria prima, etc.

Custo do Trabalho

Para Marx “MAIS VALIA” era o valor a mais que o trabalhador dava e que o Patrão embolsava.

Quando se fala LUCRO o autor é CAPITALISTA.
Quando se fala “MAIS VALIA” o autor é MARXISTA.






MARXISTA
TRABALHADOR
FORÇA DE TRABALHO (FT)
CONFLITO
FUNCIONALISTA
CAPITAL
MÃO-DE-OBRA
EQUILÍBRIO


Funcionalismo
Para o funcionalista tudo que existe na Sociedade é funcional e deve ser mantido, ou seja, os problemas são necessários.
A busca o equilíbrio.
Ex.: Bactéria dentro do corpo humano ( os anticorpos buscam eliminar para equilibrar). Por analogia um crime cibernético na Sociedade atual.
O Funcionalismo é conservador e reformista.

2 de maio de 2007
Reforma e Revolução

“Acabamos com o capitalismo e implantamos o socialismo” (Revolução) ou “adequamos o regime existente” (Reforma).
Os reformistas no passado não mudavam o regime, só a revolução eliminava definitivamente um sistema.
Atualmente os reformistas mudam os sistemas.

Trabalho – 1º modelo de produção industrial (1900 até 1979/1980).

Capitalismo à o móvel no capital é a expansão dos lucros;
·        Para a expansão dos lucros necessita expandir o consumo;
·        Para expandir o consumo precisa reduzir o preço;
·        Para reduzir o preço tem que aumentar a produção.

De outra forma, a expansão dos lucros é feita pelo aumento do consumo, que aumenta pela redução dos preços e que vem do aumento da produção.
Lembrar que existe um capital fixo.

1º) O foco é a mercadoria a preço baixo;
2º) Para isso homogeiniza-se o produto;
3º) e contrata-se trabalhador sem qualificação.

A idéia é a fragmentação das etapas da produção, produção em série, esteira de produção. O trabalhador sofre de neurose profissional. ( filme Tempos Modernos de Charles Chaplin).

Henry Ford à modelo de produção è FORDISMO ou TAYLORISMO;

Michael Foucault (sociólogo francês) disse que:
O Fordismo mais do que uma forma de aumento de produção é um exercício de poder (poder disciplinar). É a QUADRICULARIZAÇÃO do espaço.
O sistema de produção material é a produção de corpos dóceis (domesticação).
A domesticação é feita pela própria máquina; a qualquer falha a produção para.
O controle de qualidade é por amostragem.
Na produção Fordista o foco recai sobre as duas formas-mercadorias: o trabalhador e o produto.
A forma-mercadoria é o produto que perde o seu valor de uso (utilidade) e ganha apenas valor de troca (valor financeiro).
O trabalhador perde a sua humanidade e só tem valor de troca.

A idade Moderna começa no fim do século XVIII – inicio do século XIX e termina no século XX por volta de 1945 à 1950, período da 2ª guerra mundial.
Em 1950 começa a idade pós-moderna ou contemporânea que vai até 1979/1980.
Em 1973 os produtores de petróleo aumentam o preço do produto.
Em 1979 com Margareth Tatcher e em 1981 com Ronald Reagan, o ocidente perde lucro com a sua forma de produção (fordismo) e importa o TOYOTISMO, que existe desde 1945 no Japão, mercado de consumo interno pequeno, sem matéria prima, sem dinheiro e com enorme população sem qualificação.
Nasce o Toyotismo para exportação em troca de matéria prima e capital, através da concorrência pelo consumidor e não pela mercadoria, por meio de atendimento personalizado trabalhando com ilhas de produção.
As características do trabalhador do Toyotismo são:
1.     Mais motivação
2.     Experiência de vida para a resolução de problemas
3.     Equipes pequenas de pessoas que criam vínculos entre elas
4.     Controle de qualidade de 100% ; cada peça é testada. A qualidade 100% é agregação de valor.



9 de maio de 2007
SEMANA JURÍDICA

16 de maio de 2007

FORDISMO x TOYOTISMO

O capitalismo industrial é marcado pela produção industrial.
Como esse tipo de produção tem uma longa história, desenvolveu dois grandes modelos: o fordismo ou taylorismo e o toyotismo.
As principais diferenças entre eles é que enquanto o primeiro foca o produto e seu valor de troca o outro foca o consumidor e a concorrência do atendimento.
É por isso que o primeiro produz em grande escala e o outro personaliza o produto.

No Fordismo o trabalhador era sem qualificação, especializado e fragmentado; trabalha dor homogeneizado, produto homogeneizado.

No Toyotismo o trabalhador era qualificado, personalizado e cada um estava apto a substituir o outro. Produto personalizado.

Conceitos:
1.     HOLISMO à diz-se quando se leva em consideração o todo e não fragmento;
2.     RESILIÊNCIA à qualidade do trabalhador que resolve os problemas surgidos no dia-a-dia da produção com recursos próprios.

Desvantagem para o trabalhador:
Fica obrigado a resolver problemas inesperados, se responsabilizando por toda a equipe;
O tempo de trabalho passa a ser de 24h x 7dias, porque ele vai para casa pensando no trabalho de amanhã.

“ O Fordismo é um queijo suíço enquanto o Toyotismo é um queijo minas”

O conhecimento hoje é um investimento que o trabalhador faz em si mesmo, o que chamamos “EU S.A.”, ou auto-gestão da carreira.
O trabalhador é capitalista de si mesmo; ele é capital humano.

23 de maio de 2007

Algumas dicas:
1.     Matéria da prova até a página 58
2.     Não confundir produção imaterial ou virtual com compra e venda pela Internet
3.     tipos de produção virtual:
a.     informação
b.     conhecimento
c.      pesquisa
d.     marca
e.      filme
f.       arte
4.     Usar conceitos de desmaterialização, desterritorialização e liquefação do tempo;
5.     hipertexto (metáfora) à rede , globalização (rede de redes), interdisciplinaridade é o hipertexto das disciplinas;

“MAIS VALIA”

É O EXCEDENTE DE PRODUTIVIDADE DO TRABALHADOR QUE NÃO É REMUNERADO.

Preço de venda – Preço de custo = Lucro

Para MARX:
Preço de custo = FT + Matéria prima + máquinas + fábrica

Ex. de Mais Valia: Pares de Sapatos

Considerando que:
Sem máquina FT = 20,00 por 1 dia (8h) à 4 pares de sapatos; Com a implantação de uma máquina:FT = 20,00 por 1 dia (8h) à 8 pares de sapatos.

Hoje em dia pode-se dizer que a produção de mais valia é simplesmente todo trabalho feito que não é pago.

A mercadoria com o produto que entra no mercado tem que ser escasso; como se produz escassez?
1.     Através da inovação
2.     Através da PATENTE (em cima do conhecimento)

A MARCA nasce para agregar valor ao produto e a cada camada agregada fica mais forte até que se torna o produto.

Financeirização (TIME IS MONEY)

O capital financeiro é:
1.     improdutivo e só produz a BOLHA;
2.     o dinheiro aplicado no mercado financeiro;
3.     o empréstimo financeiro que rende juros;
4.     o mercado de ações;
5.     a bolsa de valores;
6.     commodities.

Antes de 1980 o Capital financeiro ajudava os empresários, com empréstimos bancários, a investir no aumento da produção.
Após 1980 o Capital financeiro se transformou em uma coisa, um produto em si mesmo.


30 de maio de 2007
Falas importantes de dois autores sobre a Industria Cultural:
1.     Walter Benjamin (esperança) escreveu antes da  segunda guerra;
2.     Theodor Adorno (pavor) escreveu após a  segunda guerra;
3.     Observações:
1.     Entre- guerras: período entre a primeira guerra (1914 a 1918) e a segunda guerra (1939 a 1945);
2.     Segunda Guerra:
·        Matança em nível econômico à matar o maior número de pessoas, no menor tempo e ao menos custo; a industria da morte.
·        No momento da razão atingir seu ápice ela produz a irracionalidade, ou seja, o ápice do progresso produz a barbárie.
·        O enigma da modernidade é inaugurado na segunda guerra: a produção imaterial ( marca, informação, financeirização, arte, patente, pesquisa, acesso, etc.).

A grande mudança esta na REPRODUTIBILIDADE.
1.     radio à permitiu que a música chegasse a todos;
2.     fotografiaà permitiu que as figuras também fossem popularizadas ( livros, poemas, quadros, etc.);

Democratização através da Xilogravura, Litogravura à fotografia (dar a mão para o olho).
Massificação das obras  
No começo do século XX nasce a idéia de massa por conta da produção industrial para consumo das massas.

Indústria cultural significa que a arte se transforma em valor de troca; aí se dá o grande NÓ: ao mesmo tempo que democratiza (positivo) cria a homogeneização (negativo).

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