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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PORTUG (2º sem)

9 de agosto de 2007
Níveis de linguagem (página 41)

1. Língua popular  é aquela usada no cotidiano, de forma descontraída, não obedecendo ao padrão culto.
Exemplos:
a. Cheguei em casa tarde.
b. Paulo namora com Teresa.
c. Não pise na grama.
d. Prefiro mais maçã do que banana.
2. Língua culta  é aquela que obedece às normas ditadas pela gramática normativa; é utilizada pelas elites da sociedade que têm acesso a uma boa escolarização.
Exemplos:
a. Cheguei a casa tarde.
b. Paulo namora Teresa.
c. Não pise a grama.
d. Prefiro maçã a banana.
3. Gíria  é a linguagem típica de um determinado grupo ou geração para enviar mensagens decodificáveis apenas pelo próprio grupo.
Exemplos:
a. Skatistas
i. Gralha  skatista ruim;
ii. Morcegar  andar de skate a noite;
b. Surfistas
i. Merreca  onda pequena
ii. Levar um caldo  cair da prancha
iii. Jaca  indivíduo que leva horas para pegar uma onda e, quando consegue, leva um caldo.
c. Presidiários
i. Chibar  namorar
ii. Gepê  guarda do presídio
iii. Gepeia  guarda feminina
iv. Metrô  túnel para a fuga;
4. Jargão  termo técnico, expressão de uma determinada profissão.
Exemplos:
a. Conjunção carnal coercitiva  estupro (jurídico)
b. Boneco  projeto gráfico para reunião (publicidade)
c. Escatologia  estudo do propósito final da história, do final dos tempos, quando Cristo voltará à Terra para estabelecer o seu reino. (teologia)
d. Piolho  erro que escapou da revisão (jornalismo).
5. Regionalismo  palavra ou expressão típica de uma região;
exemplo
a. Jerimum  abóbora (nordeste)
b. Macaxeira  mandioca (nordeste)
c. ri-ri  zíper (Maranhão)
d. bombeiro  encanador (Rio de Janeiro)


16 de agosto de 2007


Regência verbal (pág.49)
É o estudo das relações entre os verbos e seus componentes; tais relações se manifestam pelo emprego ou não de preposições. (a, de, com, por, em e etc...).

1. Chegar e ir  exigem a preposição A e não a preposição EM. (verbos de movimento);
Ex: O avião chegou a São Paulo às 18h55min.
Cheguei a casa tarde.
Eu fui ao banco.

2. Pisar  não admite preposição alguma; não deve, portanto, de acordo com a norma culta, empregá-lo com a preposição EM.
Ex: Não pise a grama.
O homem pisou a Lua.

3. Namorar  não admite preposição COM.
Ex: Paulo namora Tereza.
Eu a namoro.
Quem você namora.
Quer me namorar?
4. Preferir  não aceita as formas mais, muito mais e mil vezes; exige a preposição A, e não DE QUE.
Ex: Prefiro maçã a pêra.
Eles preferem historia a geografia.

5. Obedecer e desobedecer  exigem a preposição A.
Ex: Motorista, obedeça ao semáforo.
A quem você obedece
De quem você gosta
Ela desobedeceu aos pais.

6. Torcer  no sentido de fazer torcida, desejar vitória, exige a preposição POR e não a preposição PARA.
Ex: Motorista, obedeça ao semáforo.
Por que time você torce
Torço pelo time da universidade.

7. Pagar e perdoar  não admitem preposição quando o complemento se refere a nome de coisa; exigem preposição A quando o complemento se refere a nome de pessoa (física ou jurídica).
a. Coisa: Paguei o imposto.
Paguei o Mercado (compra do Mercado).
Cristo perdoa os pecados.
b. Pessoa: Paguei ao advogado.
Paguei ao Mercado.
Cristo perdoa aos pecadores.
Paguei ao banco.
Paguei à universidade.


(Exercícios da pagina 53)
23 de agosto de 2007


Regência verbal (continuação)

Verbos com mais de um sentido:
8. Assistir
a. No sentido de ver, presenciar exige preposição A
Ex: Assistimos ao espetáculo.
---A que filme você assistiu ontem?
---Assisti aO Primo Basílio.
b. No sentido de ajudar, socorrer não admite preposição.
Ex: Os médicos assistiram os doentes durante a guerra.
Deus assiste os necessitados.

9. Aspirar
a. No sentido de respirar, absorver não admite preposição.
Ex: Paulo aspira o ar do campo.
Letícia aspirou o éter e desmaiou.
b. Exige preposição A quando significa almejar, desejar.
Ex: Paulo aspira ao cargo de chefia.
Alguns alunos aspiram ao diploma.

10. Visar (verbo vistar não existe)
a. Não aceita preposição no sentido de pôr o visto.
Ex: O professor visou os relatórios.
O gerente vai visar os relatórios.
b. No sentido de mirar, fazer pontaria também não aceita preposição.
Ex: O caçador visou o animal e atirou.
O arqueiro visou o alvo e disparou a lecha.
c. No sentido de almejar exige preposição A.
Ex: Todo aluno visa a uma vaga em universidade pública.

11. Querer
a. Não aceita preposição quando significa desejar.
Ex: As crianças querem o brinquedo.
b. Exige preposição A quando significa amar, gostar.
Ex: A professora quer bem aos alunos.

CUIDADO!!! (Pronomes Relativos)
É grande a casa em que eu moro.
Esta é a única pessoa em que eu confio.
Consegui o dinheiro de que tanto precisava.
Este é o único objetivo por que eu luto.
Era linda a moça _X_ que ele namorava.
(Exercícios da pagina 53)

30 de agosto de 2007


Regência verbal (continuação)

Outros verbos:
12. Simpatizar e antipatizar
a. Não são pronominais e exigem a preposição COM, e não POR.
Ex: Simpatizei com aquela garota.
Os alunos antipatizaram com o professor.

13. Custar
a. No sentido de demorar, ser difícil permanece sempre na 3a pessoa do singular.
Ex: Custou-me fazer a prova.
Custou-nos entender o problema.

14. Esquecer e lembrar
a. Quando não são pronominais, não aceitam preposição.
Ex: Esqueci o livro em casa.
Paulo lembrou o meu aniversário.
b. Quando são pronominais, exigem a preposição DE.
Ex: Esqueci-me do livro em casa.
Paulo lembrou-se do meu aniversário.

15. Informar
Admite dupla regência:
a. Quem informa, informa ALGO a ALGUÉM.
Ex: O professor informou o resultado ao aluno.
b. Quem informa, informa ALGUÉM de ALGO.
Ex: O professor informou o aluno do resultado.

(Exercícios da pagina 53)



6 de setembro de 2007


Regência verbal (continuação)

Observações finais:

Não se deve dar o mesmo complemento a verbos com regências diferentes.

Cuidado!

Proposto  Vi e gostei do filme.
Certo  Vi o filme e gostei dele.

Proposto  Lavei e encerei o carro.
Certo  está correto

Atenção!

1. Lúcio possuía um ar fino e elegante COM que todos simpatizavam.
2. Era muito luxuoso o hotel EM que nos hospedamos.
3. Foi muito longa a peça A que assistimos.
4. Era linda a moça POR que ele se apaixonou.
5. Chocou-me profundamente o caso A que você se referiu.
6. Estava tão alucinado que nem sabia o número da casa EM que morava.
7. É difícil conseguir o diploma A que aspiro.
8. Esta foi a triste conclusão A que chegamos.

VERBOSIDADE: excesso de palavras; “encher lingüiça”

Outros exemplos:

Proposto  Ele experimentou e gostou da comida.
Certo  Ele experimentou a comida e gostou dela.

Proposto  A fim de despistar os policiais os bandidos entraram e saíram do prédio rapidamente.
Certo  A fim de despistar os policiais os bandidos entraram no prédio e saíram dele rapidamente.

Exercício
Reescreva as frases que apresentam erro de regência verbal, corrigindo-as:

1. Frase  Que programa você mais gosta de assistir pela televisão?
Reescrita  A que programa você mais gosta de assistir pela televisão?

2. Frase  As crianças preferem mil vezes comer nhoque do que comer lasanha.
Reescrita  As crianças preferem comer nhoque a comer lasanha.

3. Frase  Nunca torci para este time nem para outro qualquer.
Reescrita  Nunca torci por este time nem por outro qualquer.

4. Frase  Nós custamos a encontrar o caminho de volta.
Reescrita  Custou-nos encontrar o caminho de volta.

5. Frase  Ainda não namorei com Selma, mas um dia vou namorar com ela.
Reescrita  Ainda não namorei Selma, mas um dia vou namorá-la.

6. Frase  A moça por quem eu me simpatizei já não está mais na festa.
Reescrita  A moça com quem eu simpatizei já não está mais na festa.

7. Frase  Então, você não lembra de mim? Puxa, eu nunca esqueci de você.
Reescrita  Então, você não se lembra de mim? Puxa, eu nunca me esqueci de você.



13 de setembro de 2007


CRASE

Crase (do grupo KHRÁSIS = fusão ou mistura) é a união de duas vogais idênticas (a + a).
Representa-se a crase pelo acento grave (à).

Regra geral:

A crase só ocorre diante de palavras femininas.
Exemplo: “Vou à praia” (feminina).

Dessa maneira não ocorre crase diante de:

1. Palavras masculinas.
Exemplo: “Passeio a cavalo: R$ 1,00”.

2. Verbos.
Exemplo: “Promoção: preços a partir de R$ 2,00”.

3. Pronomes de tratamento.
Exemplo: “Envio a Vossa Senhoria o relatório”.

Exceção: senhora, senhorita e dona.
Exemplo: “Enviaremos o produto à senhora”.

Regras práticas para o emprego da crase

1. Técnica da substituição

a. Entregamos o envelope à secretaria.
Entregamos o envelope ao secretario.

b. Entregamos o envelope a ela.
Entregamos o envelope a ele.

c. Refiro-me à aluna que tirou dez.
Refiro-me ao aluno que tirou dez.
d. Assisti à novela.
Assisti ao filme.

e. Automóvel a gasolina.
Automóvel a diesel.

f. Pagamos à advogada.
Pagamos ao advogado.

g. Prova a caneta.
Prova a lápis.

h. Perdoaram à assassina.
Perdoaram ao assassino.

i. Forno a lenha.
Forno a carvão.

2. Localidades geográficas 

a. Vou à Grécia.
Voltei da Grécia.

b. Vou a Roma.
Voltei de Roma.

c. Vou à França.
Voltei da França.

d. Vou a Paris.
Voltei de Paris.

OBS:
Vossa Excelência – autoridades e políticos.
Vossa Senhoria – Cartas Comerciais.
Vossa Magnificência – Reitor Universitário.




Exercícios da pagina 60:

e. Os garotos assistiram à programação da TV Cultura.
Os garotos assistiram ao programa da TV Cultura.

f. O médico assistiu a acidentada.
O médico assistiu o acidentado.

g. Paulo sempre aspirou à vaga de chefia daquela empresa.
Paulo sempre aspirou ao cargo de chefia daquela empresa.

h. Aspiramos a poeira daquela estrada.
Aspiramos o pó daquela estrada.

i. Cristo perdoou à mulher adultera.
Cristo perdoou ao homem adultero.

j. Perdoei a divida do meu amigo.
Perdoei o debito do meu amigo.

k. Obedecemos às normas do colégio.
Obedecemos aos regulamentos do colégio.





20 de setembro de 2007

3. Pronomes demonstrativos  (aquela – aquela – aquilo)

Ex: Vou àquela cidade amanhã cedo.
Vou a + aquela cidade amanhã cedo.
Refiro-me àquele garoto.
Refiro-me a + aquele garoto.
Prefiro isto àquilo.
Prefiro isto a + aquilo.

4. Casos especiais  (casa – terra – distância)

Se essas palavras vierem determinadas, ocorrerá crase; se não o vierem, não ocorrerá.
Exemplos:
a. Cheguei a casa muito tarde.
(não determinado  não ocorre crase);
b. Cheguei à casa de Paulo atrasado.
(determinado  ocorre crase);
c. O carteiro dirigiu-se à casa de número 80.
(determinado  ocorre crase);
d. Os moleques foram à casa assombrada.
(determinado  ocorre crase);
e. O avião desceu a terra.
(não determinado  não ocorre crase);
f. Os aviões norte americanos desceram à terra iraquiana.
(determinado  ocorre crase);
g. Os guardas ficaram a distância.
(não determinado  não ocorre crase);
h. Os animais estavam à distância de 100 metros.
(determinado  ocorre crase);

5. Ocorre crase também diante:
a. Da palavra MODA ou MANEIRA, mesmo que subentendida;
Exemplos:
1. Comemos um arroz à grega e um bife à milanesa.
2. Churrasco à gaúcha.

ATENÇÃO: Ronaldinho fez um gol à Pelé.

3. Revisão:
1. O motoboy entregou o pacote à secretária.
2. O motoboy entregou o pacote ao secretário.
3. O motoboy entregou o pacote a ela.
4. O motoboy entregou o pacote a ele.
5. Vou à Paraíba.
6. Vim da Paraíba.
7. Vou a Pernambuco.
8. Vim de Pernambuco.



27 de setembro de 2007
CRASE (continuação).

b. Locução (duas ou mais palavras que correspondem a uma só) adverbiais funcionais
Lugar - à direita, à esquerda
Tempo - à noite (ao anoitecer); às vezes; à tarde (ao entardecer)
Modo – às claras; às escuras; às pressas; à vontade; à toa.

c. Locuções prepositivas (preposição A + palavra feminina + preposição DE;

À beira de -
À custa de - (errado: às custas equivale a pagamento);
À espera de -
À frente de -
À mercê de -
À procura de -

d. Locuções conjuntivas

À medida que (ao passo que)

À proporção que

Exemplo: Aquele homem usa um chapéu à Napoleão.
Romário fez um gol à Pelé.
Aquele homem usava um bigode à Hitler.

Exercícios da pagina 61.

4 de outubro de 2007
PÁGINA 113 do livro

Texto  do latim: textu (0 que foi tecido, o que foi costurado)

Tipos:
Lingüístico  metaforicamente um tecido de palavras (e não um aglomerado)
Icônico  imagem que passa um sentido completo (se desatualiza rápido).

Ex: sabão em pó, tomates, cotonetes e pilhas.

Para entender um texto:
a. Contexto histórico
b. Intertextualidade
c. Visão de mundo (conhecimento enciclopédico).


Ex: O presidente declarou que é contra tudo que é imposto.

Exercício 1

Exercício 4


11 de outubro de 2007

Qualidades estilísticas do texto


Características (três C ´s):

a. Clareza
b. Coerência  não apresenta nenhum tipo de contradição;
c. Coesão

Texto  “UM TODO DE SENTIDO”

TEXTO:
a. Icônico
b. Lingüístico  metaforicamente, um tecido de palavras ou de frases com sentido completo.

Clareza: sem ambigüidades; não apresenta dupla interpretação.

Ex: É proibido entrar na loja de patins.
ou: É proibido entrar na loja de patins.

Coerência: texto coerente é o que não apresenta contradição.

Exemplo: (texto A da página 131) coerente ou incoerente?

“Todo e qualquer tipo de violência é repugnante. É lamentável o que presenciamos nos dias de hoje: crimes hediondos, pais que espancam filhos, maridos que agridem fisicamente a mulher; enfim, vive-se numa época em que não se respeita mais o próximo. Por isso, deve-se implantar o mais rapidamente possível a pena de morte em nosso país, pois, só assim, a justiça tirará as vendas dos olhos e dará tranqüilidade à população”.

Resposta: Texto incoerente;
Abre o texto contra a violência e depois propõe como solução a pena de morte que também é violência.

18 de outubro de 2007

Coesão

Emprego dos pronomes pessoais o, os, a, as, lhe e lhes.

Os pronomes o, os, a, as podem sofrer adaptações formológicas depois de certas terminações verbais:

a. r em R, Z ou S, o pronome assume a forma lo, los, la, las, ao mesmo tempo em que a terminação verbal é suprimida.
Exemplo:
Comprar o livro  comprá-lo.
Lestes o livro  leste-lo?
Traz o livro  trá-lo.

b. Quando o verbo termina em som nasal, o pronome assume as formas no, nos, na, nas.
Exemplo:
Viram o livro  viram-no.
Repõe o dinheiro  repõe-no.
Tem as provas?  Tem-nas?

c. Os pronomes lhe, lhes só podem ser empregados como objetos indiretos.
Exemplo:
Perdoei aos criminosos  Perdoei-lhes.
Entreguei um osso ao cão  Entreguei-lhe um osso.

Obs:
Prova (7,5)
1. (2,5) Regência verbal  da pagina 49 ate a pagina 55.
2. (2,5) Crase  da pagina 56 ate a pagina 61.
3. (2,5) Texto:
a. Definição  da pagina 113 ate a pagina 114.
b. Qualidade do texto (clareza, coerência e coesão)  da pagina 114 ate a pagina 134.

Exemplos da pagina 129:

Coesão
1. Pronominalização (ele, o, lhe);
2. Sinônimo ou quase sinônimo;
3. Omissão.

25 de outubro de 2007

Prova de língua portuguesa
1. Regência da p49 a p55
2. Crase da p56 a p61
3. Conceituação de texto da p113 e 114
4. Coesão e coerência da p122 a p134

Exercícios da p 126 (pronominalização)

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